 |
|
Integração
 |
Através do trabalho a pessoa portadora de deficiência conquista uma participação ativa na sociedade exercitando sua cidadania.
O Programa Profissionalização objetiva proporcionar noções básicas referentes a cada atividade através de métodos e técnicas específicas, levando-o a desenvolver atitudes e hábitos de trabalho, aptidões e habilidades motoras, precisão e segurança na execução das tarefas, despertando-o para a importância pessoal e social do Trabalho. Divide-se em 3 fases dando hábitos e atitudes, aperfeiçoando conhecimentos básicos e técnicas específicas de cada oficina na confecção de produtos, culminando com o exercício prático nos espaços da APAE através dos grupos de produção em Papel, Encadernação, Cozinha Experimental e Práticas Terapêuticas. Usamos a instituição como campo de estágio para que o aprendiz adquira, em situação real, uma qualificação e aprimore atitudes; tornando-o apto para o exercício de atividade profissional no mercado de trabalho (através da Oficina de Serviços).
A etapa de avaliação de potencialidades e habilidades, abrange aspectos cognitivos, emocionais, características de personalidade, físicas, desempenho vocacional/ocupacional, ambiente sócio-familiar e expectativas pessoais e familiares. O aluno participa de situações de aprendizagem, contextualizadas de vida diária e prática, manipula instrumentos e equipamentos experimenta técnicas diversas, conhece normas, regras de segurança e trabalho, amplia tempo de tolerância na tarefa e elabora estratégias para solucionar problemas. O conteúdo programático acompanha o desenvolvimento gradativo do aluno, dividindo-se em graus de complexidade.
A etapa de Qualificação para o Trabalho objetiva o desenvolvimento de habilidades específicas, potencial laborativo visando responsabilidade, qualidade e quantidade, aprendizagem/aprimoramento de técnicas e instrumentos. O nível Colocação no Trabalho caracteriza-se, inicialmente, pela inserção do aprendiz numa empresa, via estágio remunerado ou não; exercitando seus direitos e deveres de cidadão trabalhador e desempenho social; por um período máximo de 02 anos, após o qual poderá ser absorvido no seu quadro funcional. O aprendiz permanecerá vinculado ao CINET numa proposta orientada para o auto-gerenciamento na busca de sua absorção no mercado competitivo ou autônomo.
Alguns aprendizes que não alcançam as condições exigidas para o mercado externo, face as suas limitações, permanecem no CINET, numa proposta de trabalho protegido, nas oficinas de produção e/ou outros projetos específicos. |
|
|
|